REGULAMENTO
TÉCNICO E DESPORTIVO DA COPA RS
Art.
1 - Definição
Copa RS
de Rally de Regularidade Off-Road (COPA RS) multimarcas
disputado em 06 etapas na região de Gravataí
(podendo ser também em outras cidades),
com provas de rally de regularidade específicas
para veículos com tração
4X4 e veículos 4x2, constituídas
por trechos variáveis e médias horárias
a serem definidas em uma planilha de roteiro,
que o navegador recebe antes da largada, em horário
a ser definido pela organização.
Art.
2 - Percurso
Estradas
pavimentadas, secundárias, privadas ou
abandonadas, trilhas, prevalecendo nas vias públicas
às leis de trânsito locais. Poderá
haver trechos diferentes para cada categoria.
Poderão existir, a critério do diretor
de prova, trechos de radar, onde será fixada
no livro de bordo a velocidade do trecho e com
o aviso "radar".
Art.
3 - Trechos da Prova
3.1.
Trechos de regularidade: São trechos representados
por números, indicando a velocidade média
a ser mantida, em km por hora.
3.2. Deslocamentos: São trechos representados
pela letra "D" e servem para travessia
de cidades, povoados e vilarejos, onde não
haverá média de velocidade imposta
e sim, um tempo pré-determinado para a
travessia.
3.3. Neutralizados: São trechos de parada,
representados pela letra "N", onde o
participante tem um tempo estipulado para descanso,
abastecimento ou reparos.
Art.
4 - Responsabilidades
4.1.
O ato da inscrição para a prova
caracteriza a declaração do concorrente
(piloto e navegador e Zequinha, se houver) e seus
responsáveis legais assumindo todos os
riscos da mesma, consigo ou com outrem, com seus
veículos e equipamentos, isentando organizadores,
promotores, supervisores e patrocinadores de quaisquer
acidentes, independente do tipo ou natureza, que
possa ocorrer antes, durante ou depois da prova.
4.2.
Todas as dificuldades encontradas no percurso,
tais como pontes precárias, areões,
lamaçais, riachos cheios, pedras, tocos
de madeira, arvores, etc., serão de inteira
responsabilidade dos concorrentes em transpô-las,
mesmo que para tal tenha que se desviar do roteiro,
permanecendo imutável o tempo programado
para o trecho, salvo instruções
do diretor da prova em concordância dos
comissários desportivos, que poderão
notificar através de fiscais e adendos
escritos.
Art.
5 -Idades
5.1.
Para todas as categorias só serão
aceitas inscrições de pilotos maiores
de 18 anos e devidamente habilitados e Navegadores
maiores de 16 anos ( e Zequinha ), sendo que neste
caso, o menor deverá ter uma autorização
por escrito e com firma reconhecida de seu responsável.
Na Graduado e Novatos.
5.2.
Na categoria Turismo além do Piloto e Navegador
poderá participar até 2 (dois) Zequinhas
por veículo, deverá ser respeitada
a idade mínima de 12 (doze) anos, desde
que os mesmos sejam acompanhados dos pais e possuam
autorizações por escrito e com firma
reconhecida de seus responsáveis, onde
deverá constar o nome do evento, número
da etapa, nome da cidade em que ela se realiza,
nome completo de cada um, números de R.G.
e C.P.F. e assinatura do responsável.
Art.
6 - Categorias
6.1.
Categoria TURISMO: Categoria para participantes
sem experiência e com equipamento não integrado.
6.2.
Categoria NOVATOS: Categoria para participantes
com pouca experiência em provas de regularidade
e uso livre de qualquer tipo de equipamento
6.3.
Categoria GRADUADOS: Categoria para participantes
com grande experiência em provas de regularidade
e uso livre de qualquer tipo de equipamento
Art.
7 - Ordem de Largada
Os
concorrentes terão sua ordem de largada
determinada pela classificação da
etapa anterior, sendo que os demais concorrentes,
que não competiram na etapa anterior serão
sorteados. Para a primeira etapa do campeonato
de 2007 a ordem de largada será sorteio.
Art.
8 - Premiação
8.1.
Serão premiados as cinco primeiros duplas
de cada categoria em cada etapa.
8.2.
Demais premiações serão divulgadas
em adendo particular de cada etapa.
8.3.
Caso haja premiação individual de
brindes por sorteio em alguma das provas, não
fará jus ao prêmio o concorrente
que não se encontrar presente no momento
do sorteio.
Parágrafo Único - Os promotores
da copa RS, são as únicas autoridades
que permitem qualquer tipo de publicidade com
respeito à prova. Os concorrentes, membros
da organização, todos os demais
participantes e/ou envolvidos com o evento autorizam
o uso de sua imagem, cinética e eletrônica,
para fins comerciais, editoriais, promocionais
e publicitários.
Art.
9 - Autoridades da Prova
9.1.
Todo concorrente, ao se inscrever na prova, declara
obrigatoriamente conhecer o regulamento e a ele
submeter-se, reconhecendo integralmente as autoridades
de prova, as quais devem dirigir-se com dignidade
e respeito. Declara também aceitar a impossibilidade
de recorrer a qualquer outra instancia esportiva
ou júri, civil ou criminal por mais privilegiado
que seja.
Art.
10 - Recursos
10.1.
Protestos ou recursos deverão ser apresentados
dentro dos seguintes prazo
FICHA TÉCNICA / LIVRO DE BORDO / POSICIONAMENTO
DE PC'S: Até 30 (trinta) minutos do tempo
ideal do competidor.
RESULTADOS: Até 30 (trinta) minutos após
a publicação da planilha de passagem.
Durante os Prazos acima, o diretor da prova
devera estar presentes no local dos respectivos
eventos, à disposição dos
concorrentes, para recebimento de protestos
e reclamações.
4 . Valor do recurso R$ 100,00 (cem
reais)
Art.
11 - Largada
A
ordem de largada dos veículos será
por ordem numérica, seguindo o definido
no artigo 7, em intervalos regulares
de 30 ou 60 segundos, a critério da organização.
Art.
12 - Planilha de Roteiro (Livro de Bordo)
12.1.
Cada concorrente receberá uma ou mais planilhas
contendo o roteiro, velocidades e distâncias
a serem seguidas, esta planilha poderá
ser entregue desde a abertura da secretaria de
prova, até o momento da largada e até
mesmo durante a prova no caso de mais de uma planilha,
ficando o horário de entrega a critério
da direção de prova. É de
responsabilidade dos participantes a conferência
quanto à categoria, ao número de
folhas e a legibilidade da planilha, assim que
a receba. Constará também na planilha
a localização dos neutralizados,
postos de abastecimentos e deslocamentos.
12.2.
A simbologia da planilha deverá ser simples
e clara, procurando mostrar apenas o necessário
à identificação do roteiro.
Os símbolos utilizarão o código
tulipa, já padronizado para este tipo de
prova. Caso a organização julgue
necessário, poderá conter informações
descritivas que possam auxiliar no roteiro.
12.3.
No símbolo usado, a "bolinha"
(que indica o local onde o concorrente está)
deverá estar sempre na posição
inferior do retângulo. O sentido do desenho
será sempre de baixo para cima.
12.4.
Os ângulos da simbologia deverão
apresentar, com a melhor fidelidade possível,
os reais ângulos das encruzilhadas e bifurcações.
12.5.
Na coluna da direita, poderão constar as
observações, chamando a atenção
para locais perigosos (cava, barranco, pedra,
etc.), ou quaisquer informações
quando puderem surgir dúvidas ao caminho
a seguir, por exemplo: quando a prova atravessar
plantações, canaviais etc. Quando
no trecho existir radar, será colocado
no campo observação à identificação
"radar".
12.6.
0 levantamento do roteiro deverá ser feito
com aparelho(s) eletrônico(s) de precisão
mínima de 1 (um) metro, devendo ser utilizado
somente um valor de calibre para efetuar toda
a medição da prova. O ponto de referência
do carro para medição deverá
ser a coluna da porta.
Art.
13 - Indicações Quilométricas
13.1.
As medidas serão sempre em quilômetros,
com subdivisão de metros, dezenas e centena
de metro.
Ex.1: 2,328 (dois quilômetros
e trezentos e vinte oito metros).
Ex.2: 0,003 (três metros).
Ex.3: 10,74 (dez quilômetros e setecentos
e quarenta metros).
13.2.
Medidas inferiores ao padrão utilizado,
serão indicadas diretamente no desenho,
ou no texto (coluna de observações).
13.3.
As indicações quilométricas
para aferições e finais de trechos
serão fornecidas com precisão em
metros e representadas com três casas após
a vírgula. Caso estejam com duas casas
decimais deverá ser utilizada a distancia
(BÁSICA), ou seja, acrescenta-se 0 (zero)
na terceira casa.
. As referências de roteiro serão
fornecidas em dezenas de metros, sendo aproximadas.
Parágrafo único: Somente as referências
FISICAS apresentadas com três casas decimais
e a palavra AFER poderão ser utilizadas
como aferição. Caso uma referência
apresente a terceira casa decimal, mas não
possua a palavra AFER, esta deverá ser
desconsiderada para tal e quando estiver apresentada
com duas casas após a virgula esta poderá
estar 10 metros antes ou depois da referencia.
13.4.
O competidor deve considerar a medida fornecida
como exata para cálculos e fechamento de
trecho.
13.5.
Referências para aferições
serão fornecidas com intervalos de no máximo
15 km entre elas, exceto em trechos de deslocamento,
sem que as mesmas tenham obrigação
de localização específica
ou proteção para colocação
de PC's.
13.6.
A não ser quando expresso em contrário
a medição quilométrica refere-se
ao ponto inicial da respectiva referência,
tanto no caso de encruzilhada, como no caso de
pontes, mata-burro, abrigo de ônibus, etc.
13.7.
Quando não houver adendo para aferição,
o primeiro trecho deverá ser obrigatoriamente
um deslocamento para aferição ou
não conter PC de tempo.
13.8.
A planilha/livro de bordo será com final
de trecho exato para os trechos da prova.
13.9.
A seqüência das referências no
livro de bordo deve respeitar a ordem pela qual
elas ocorrem.
13.10.
Nas provas onde é fornecida previamente
a ficha técnica dos trechos programados
(anteriormente a entrega da planilha), deverão
ser consideradas as medidas fornecidas nesta ficha
para os fechamentos de trechos, em caso de discrepância
entre os valores da planilha e da ficha técnica.
Art.
14 - Velocidade
14.1.
Nas provas a velocidade média imposta será
representada por números inteiros.
14.2.
Poderá haver velocidades de médias
horárias diferentes na planilha de prova,
procurando distinguir as categorias ou como prevenção
em caso de chuva forte.
14.3.
A média a ser usada será decidida
pelo diretor da prova por ocasião da largada
e deverá ser mantida até o término
da prova.
Art.
15 - Cronometragem e Postos de Controle
15.1.
A cronometragem será feito com base em
um tempo padrão (hora oficial) fornecido
pela organização da prova, pelo
menos 30 minutos antes da largada, sendo utilizado
o décimo de minuto, onde cada minuto vale
600 pontos.
15.2.
Poderá ser colocada a disposição
dos participantes, a listagem de tempos reais
de passagem, para a devida conferência,
sempre 30 minutos antes da declaração
dos resultados.
15.3.
Cada etapa deve ter no mínimo 07 (sete)
PC's válidos para a categoria Graduados
e Novatos e no mínimo 05 (cinco) PC's válidos
para a categoria Turismo. Caso a prova não
atinja este número ela não será
considerada válida para o campeonato.
15.4.
Os PC's (Postos de Cronometragem) serão
secretos e colocados em pontos aleatórios,
podendo ser realizados manualmente ou através
de fotocélulas.
15.5.
Ao avistar um PC, o concorrente deverá
trafegar normalmente, respeitando, se houver,
a fila de passagem.
15.6.
Os PC's funcionarão 30 minutos antes da
passagem teórica ideal do primeiro participante
e até 10 minutos após o tempo de
passagem teórico ideal do último
participante.
15.7.
O PC visa medir a navegação e confirmar
o caminho e o sentido correto da prova.
15.7.1.
O participante perderá um ponto por décimo
de segundo de atraso até o limite de 10
minutos, após o que, perderá fixo
6000 pontos. Perderá 01 (um) ponto por
décimo de segundo adiantado até
o limite de 10 (dez) décimos de segundo,
recebendo a partir de então 02 (dois) pontos
por décimo de segundo de adiantamento,
também até o limite de 5 minutos,
a partir do que perderá o limite máximo
de 6000 pontos.
15.8.
Os pontos adiantados serão representados
com o sinal - e serão somados pelo seu
valor absoluto.
15.9.
A não passagem por um PC será representada
por quatro asteriscos ( **** ) e serão
somados a pontuação ao total e não
serão validos para N-1.
15.10.
A prova poderá ter PC de chegada em seu
último trecho (deslocamento), sendo que
este não penalizará o concorrente
caso o mesmo chegue ao seu final adiantado. Caso
chegue com mais de 10 (dez) minutos de atraso
perderá a pontuação máxima.
15.11.
A apuração será feita com
N-1, ou seja, descartando-se o pior PC de cada
concorrente, até o limite máximo
de 3 (três) minutos, somente para casos
de atraso. Não serão descartados
PC's em que o concorrente tenha passado adiantado.
Caso o concorrente tenha em seu pior PC, excedido
este tempo, será considerado N-1, o PC
com maior número de pontos perdidos até
este limite.
15.12.
O ponto de cronometragem nos PC's é a coluna
da porta. Caso as coletas de tempo forem feitas
por fotocélulas será o pára-choque
dianteiro.
. Poderá existir PC de roteiro, sendo computada
somente a passagem efetuada entre 5 minutos antes
e 10 minutos após o seu horário
ideal, excluindo os limites inferior e superior.
O competidor perderá 0 (zero) pontos pela
passagem e a pontuação máxima
pela não passagem ou passagem fora do limite
de 10 minutos.
15.13.
Qualquer PC de tempo poderá ser transformado
em PC de roteiro, a critério do diretor
de prova.
15.14.
Quando houver cancelamento de PC, deverá
anteriormente a divulgação dos resultados
e a premiação, ser divulgado aos
competidores os dados e motivos deste cancelamento.
15.15.
Para ser considerado classificado em uma prova
ou etapa do campeonato, o competidor terá
obrigatoriamente que passar por 2/3 dos PC's válidos
da mesma. O Calculo destes 2/3 dos PC's
será feito utilizando-se a parte inteira
do numero final.
Ex.: 16 pcs válidos, 16 *2/3=10,6; neste
caso serão utilizados 10 como 2/3 dos pcs
válidos.
Art.
16 - Contagem de Pontos
16.1.
Vencerá a dupla que no final da prova apresentar
o menor número de pontos perdidos.
Art.
17 - Empates
Caso
haja empate na etapa, o critério de desempate
será:
a) Vencerá a dupla que perder menos pontos
no PC de N-1 (descarte).
b) Persistindo o empate, será considerada
vencedora a dupla que apresentar o maior número
de PC's zerados.
c) Caso o empate persista, vencerá a dupla
que apresentar o maior número de
PC's com 1 ponto, 2 pontos, sucessivamente ate
o desempate.
d) Caso o empate persista, vencerá a dupla
que perder menos pontos no último PC.
e) Caso o empate ainda persista, vencerá
a dupla que perder menos pontos no penúltimo
PC e assim sucessivamente até o desempate.
Art.
18 - Pontuação
18.1.
Para efeito de campeonato, serão atribuídos
pontos para cada colocação conforme
segue:
1º - 15 pontos / 2º - 14 pontos / 3º
- 13 pontos / 4º - 12 pontos / 5º -
11 pontos / 6º - 10 pontos / 7º - 09
pontos / 8º - 08 pontos / 9º - 07 pontos
/ 10º - 06 pontos / 11º - 05 pontos
/ 12º - 04 pontos / 13º - 03 pontos
/ 14º - 02 pontos / 15º - 01 ponto.
18.1.1.
T erá uma etapa do campeonato peso
2 prova noturna, ou seja, sua pontuação
será dobrada para efeito de campeonato
(e não poderá ser descartada).
Valendo no desenpate da copa esta etapa.
18.2.
Para efeito de pontuação final,
será descartada a pior pontuação
conseguida pelo Piloto e Navegador individualmente
em uma das etapas (N-1). Se alguma etapa tiver
7 ou menos PC's de tempo válidos não
será contabilizada no campeonato, isto
é, para o campeonato será uma prova
cancelada.
18.3.
Caso haja empate no final do campeonato, o critério
de desempate será:
1.
Etapa noturna.
18.4.
A adoção do critério de descarte
de etapas - pior resultado conseguido pela dupla
em uma das etapas (N-1).
18.5.
As pontuações serão sempre
atribuídas aos pilotos e navegadores individualmente.
Caso a dupla se separe no decorrer do campeonato
os pontos serão mantidos para cada um dos
integrantes da dupla. Para efeito de largada serão
somados os pontos do piloto e navegador.
Art.
19 - Penalidades
Será
desclassificada a dupla que:
. Romper cercas, porteiras e colchetes, trafegar
sobre plantações, hortas etc. ou
exercer qualquer ato de desrespeito à propriedade
alheia. Esta penalidade não isenta a dupla
de responder e arcar com responsabilidades, decorrentes
do ato, perante os prejudicados.
. Cujos integrantes (incluso zequinhas) ingerirem
e/ou portarem bebidas alcoólicas durante
o transcurso da prova.
. Que utilizar equipamentos de comunicação
(PX, PY, VHF ou similares e telefones celulares).
. Que trocar os participantes inscritos por outros.
Em qualquer caso de força maior que obrigue
esta atitude, o fato deverá ser comunicado
à organização por escrito,
com o nome dos integrantes trocados, pelo menos
120 minutos antes da largada.
. Que obstruir propositadamente a passagem de
outro concorrente.
. Que desacatar as decisões dos diretores
de prova.
. Que apresentar informações incorretas
ou falsas em sua ficha de inscrição,
bem como se inscrever em categoria inferior à
sua, conforme descrito nos artigos 4 e
6.
. Que promover atitudes ou atos antidesportivos
contra outra dupla inscrita na competição
ou contra a organização da prova,
durante todo o transcorrer da mesma (desde a abertura
da secretaria de prova até o final da festa
de premiação ou encerramento do
evento).
. Cujos ocupantes do veículo estejam sem
cinto de segurança.
. Todo e qualquer lixo deverá ser mantido
dentro do veículo até o final da
prova. A equipe que for flagrada jogando lixo
em qualquer ponto do trajeto será desclassificada.
. Tumultuar o trabalho dos PC's.
. Afixar ou realizar propaganda política,
religiosa ou racista em seu veículo de
competição, ou nos locais da prova,
durante o transcorrer do evento.
. Os casos omissos serão julgados pelos
Comissários Desportivos.
Obs:
Não prestar socorro ou atenção
necessária a algum caso que por ventura
vier a acontecer com terceiros tais como (carros,
motos, carroças, pedestres...........).
Art.
20 - Penalidades Especiais
A
- Ocupantes do veículo sem cinto de segurança
- desclassificação.
B - Não passar pelo PC - 6000 pontos quando
apurado em décimo de segundo.
C - Ultrapassar os limites de velocidade nos trechos
de radar - 6000 pontos quando apurado em décimo
de segundo.
D - Falta do uso de capacete em trechos navegados
nos veículos que não possuam teto
rígido - desclassificação.
E - Passar pelo PC no sentido contrário
da prova - 3000 pontos quando apurado em décimo
de segundo, a ser acrescido à pontuação
perdida no PC, não sendo considerado o
tempo da passagem em sentindo contrário.
Art.
21 - Briefing
Será
realizado um briefing antes da prova, para informar
aos participantes sobre os objetivos do esporte,
características da prova, alterações
de planilha, peculiaridades do percurso e infra-estrutura
organizacional, com a presença obrigatória
de pelo menos um integrante da dupla. Este briefing
terá força de regulamento para a
etapa. O briefing poderá ser por escrito.
Parágrafo único: A dupla que não
estiver presente ao briefing, perderá o
direito a reclamação sobre as informações
passadas no mesmo.
Art.
22 - Alterações no Roteiro
22.1.
Membros da organização autorizados
a efetuar uma alteração no roteiro:
Apenas o diretor de prova, ou diretores adjuntos
estão autorizados a realizar alterações
no roteiro após a sua largada. Para isso
deverão estar devidamente uniformizados
e identificados e posicionados em local de fácil
visibilidade no roteiro original da planilha.
Deverá ser informado de forma clara o novo
roteiro a ser seguido e caso houver, as alterações
nos tempos ideais, e o navegador deverá
assinar o formulário de alteração.
22.2.
No caso de imprevistos (rio transbordado, barreira
caída na estrada, ponte caída ou
similar), que impossibilitem a passagem dos veículos
ou que provoquem alterações no roteiro,
correrá por conta dos participantes procurarem
meios que conduzam o mais brevemente ao roteiro
original da prova. Os seus tempos ideais continuarão
os mesmos.
22.2.1.
A prova poderá ser paralisada, ou o roteiro
original alterado a critério do Diretor
Técnico da prova, com anuência
dos Comissários Desportivos, sendo que
esta informação só poderá
ser feita por um dos integrantes da Equipe Técnica
da Prova.
22.3.
Todas as porteiras e colchetes a serem atravessados
constarão na planilha, sendo de responsabilidade
do concorrente à travessia sem ocasionar
danos, sob pena de desclassificação,
tendo que, em qualquer caso, arcar com os danos
de responsabilidade civil.
22.4.
Em caso de mudança de horário por
força maior, ou por motivos técnicos,
a Direção da prova deve comunicar
imediatamente, pelos meios disponíveis,
a todos os participantes.
22.5.
Se, por qualquer motivo de força maior
ou de segurança, a prova não puder
ser realizada, os organizadores não serão
obrigados a nenhum tipo de indenização
aos concorrentes inscritos.
Art.
23 - Apoio
Os
carros só poderão ter o apoio de
suas equipes nos pontos determinados pela organização.
Art.
24 - Veículos Admitidos
24.1.
Serão admitidos como concorrentes veículos
multimarcas , sem ou com preparação
para competição. Em caso de dúvidas,
cada caso será analisado pela Direção
Técnica em conjunto com os Comissários
Desportivos.
24.2.
Cada veículo deverá ser apresentado
para vistoria em local, data e horários
determinados pela organização. Os
dois ocupantes do veículo deverão
estar munidos dos documentos do referido veículo
e de carteira de identidade e habilitação.
24.3.
Caso o veículo não esteja registrado
em nome de um dos ocupantes, os mesmos deverão
portar uma autorização assinada
pelo proprietário do veículo, informando
estar ciente do seu uso para competição
em rally.
24.4.
O concorrente deverá se apresentar com
os adesivos fixados nos veículos em locais
determinados pela organização.
24.5.
Ficará a critério da organização
impedir a largada ou continuidade na prova de
qualquer veículo que não reuna condições
de segurança mínima exigida.
Art.
25 - Itens Obrigatórios de Segurança
e Vistoria
25.1.
Vistoria: Será realizada a fim de se verificar,
se o veículo encontra-se em condições
de participar com segurança de todo o percurso
do evento, bem como demais itens obrigatórios.
A organização poderá proibir
a participação do veículo
que, a seu critério, não reunir
as condições mínimas de segurança.
25.2.
Itens obrigatórios de segurança
que serão vistoriados e deverão
estar em perfeito estado de funcionamento:
- Faróis;
- Lanternas;
- Luzes
de freio;
- Cinto
de segurança de no mínimo três
pontos;
- Extintor
de incêndio, com carga e no prazo de validade;
- Triângulo;
- Pneus
em bom estado;
- Buzina;
- Cinta
para reboque;
- Todos
os itens obrigatórios por lei;
- O uso
do capacete será obrigatório nos
veículos que não possuam teto
rígido ou possuam Santo Antônio
em trechos navegados.
Art.
26 - Instrumentos de Navegação
26.1.
Para a categoria Turismo, deverá ser usado
apenas o odômetro original do veículo,
sendo liberado o uso de odômetro aferível
desde que não integrado, sendo liberado
o uso de qualquer tipo de calculadora, cronômetros
e relógios. É permitido o uso de
GPS. Os equipamentos, a critério da organização,
poderão ser lacrados durante a vistoria
dos veículos.
26.2.
Para a categoria Graduado e Novatos, fica liberado
o uso de qualquer instrumento de navegação.
Art.
27 - Adendos
27.1.
Este regulamento poderá sofrer alterações,
que serão divulgadas em adendos, publicados
no quadro de avisos da prova.
27.2.
Nas provas deverão ser fornecido um adendo
para a aferição de odômetros.
Art.
28 - Sinalização
Poderão
ser utilizadas as seguintes bandeiras:
Bandeira
Amarela - Aviso de Indicação
de caminho, deixando a esquerda do piloto se duas
pelo meio.
Bandeira
Vermelha - Perigo.
Bandeira
Preta
- Desclassificação.
Considerações
Gerais
Alguns
trechos deste tipo de competição
são feitos no interior de propriedades
particulares. Portanto, dependerá do comportamento
de cada participante a imagem que a prova trará
aos moradores, proprietários e curiosos.
Espera-se dos participantes um comportamento que
contribua para que o Rally seja um esporte sadio
e de alto nível, para que sempre seja possível
contarmos com boas trilhas e angariar a simpatia
do público para os próximos eventos.
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